 * Eu sou a loca que fugiu da vida... que não quis chora, a que não quis ser o amanha nem o depois... a que não quis ser e se cansou de si... fiu capaz de mim mesma... fui capaz de pensar e escrever estas palavras dinate do espelho... fui capaz de me entregar a noite... como o tempo... e a lua... fui capaz de me entregar ao nada, e ser anda... fui capaz de me entregar a morte... como um simbolo ou como um passaro que canta a canção da solidao... eu sempre fui capaz de me entregar... até que me entreguei assim... entro na morte como entrei na vida... com o mesmo choro e sem sorrir depois... entro no inferno como entrei no fundo... com a mesma desculpa sem razão... com a mesma culpa sem perdão... a luz as trevas... sempre me confundem... mas minha mão não pode abrir o ceu... entro na morte e em sua porta entro daqui não saio mais*
- Abandonado por -=£äyz¡ñh-ä=- às 19h26
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!?! Há muito tempo perdi minha privacidade, e procurei me adaptar as diversas situaçõe que surgiram diante de mim de repente, não sie sequer quem sou... e que expectativa tenho diante do mundo que me rodeia... vivo cada minuto independente da minha vontade... não me sinto presa ao passado nem me interesso pelo futuro; não tenho ambições, não sou materialista e nem costumo passar a perna em ningue... não sei se estou desabafando e nem ao menos se o que eu penso tem alguma importancia... e se isso vai mudar meu rumo * o mundo é meu as pessoas são más eu não si por que disse que poderia desempenhar alguma missão nesse planeta... se reconheço que soui fragil e nem tenho armas pra lutar e nem argumentos pra me defender... nesse momento intenso por sinal... estou apática sinto aversão às pessoas e às coisas... sinto aversão à proposta em que me submto... a atingir... pois cada dia me enfraqueço mais... minha párente postura... não condiz o laribinto escuro e sombrio em que vive minha alma... minha calma nãop corresponde à confusão dos meus sentimentos... queria dormir nesse momento e não acordar mais... seria espetacular... não me interessa viver semm causa e sem razão não me interessa a hipocrisia a falsa modéstia... a mentira... a busca pelo lugar ao sol... se a todos não foi destinado a tal realidade... não tenho estrututra pra me apresentar... e se viver é uma arte definitivamente não tenho talento!?!
- Abandonado por -=£äyz¡ñh-ä=- às 19h25
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Não gosto quando me olham...

" Quando estou cansada, ela passa a comida pela porta e eu rastejo em direção a fresta de luz... algumas vezes não consigo achar o meu rumo... jornais espalhados por todo lugar... encharcando tudo o que podem... está na hora de outra limpeza... uma boa lavada, a senhora por quem eu siinto amor maternal não consegue me olhar nos olhos mas eu vejo os dela... são verdes... e eles se empertigam se viram e se masturbam... janelas pretas de tinta, raspei-as com as unhas... vejo outros como eu, por que não tentam escapar? eles se aproximam com ops mais velhos e apontam em minha direção eles veem como um clarão de luz e carregam minha familia... e bem mais tarde aprendi a aceitar os amigos do ridiculo... tdo minha existencia é pra sua diversão... e é por isso que estou aqui com vocês... para leva-los comigo... vocês estão certos..."
- Abandonado por -=£äyz¡ñh-ä=- às 19h09
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Desculpe...

Me desculpe o olhar triste... ele vem de gente que se olha e não se vê perdidos na insensates mórbida do proprio ser... desculpe o olhar triste... ele vem de mentes poluidas que fazem e desfazem, descolorindo, vem das frases desbotadas e mõs se destruindo... desculpe o olhar triste... ele vem do desencontro que diverge e não fascina; vem da dor de olhar perdido, vem da roca de gritar aflita... desculpe o olhar triste... ele vem do sol que não se desponta.... e que trás medo e escuridão... vem da espera angustiante que logo se transforma em solidão... desculpe o olhar triste...ele vem da diferença que atordoa... revolta e me entristece... vem de rostos cansados e de corações que não palpitam... desculpe o olhar triste... ele vem do desespero em mim de perceber que a dor insiste eu preciso crer que o amor existe...
- Abandonado por -=£äyz¡ñh-ä=- às 18h49
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Anjos negros e santos pervertidos...
Em mim ha um relincho de blasfemias, e chamas que parecem flores vivas sobre rios, ou sobre pantanos de lagrimas... Há corpos nus, e suores de sangue, é como se ouvesse uma roda viva, ou um inferno com seus demonios... nos seus circulos há um dragão que come o sol e a lua, e um que roi o espaço e o tempo ... aqui o vento é roxo, e a luz é cega, nas sombras, as arvores distorcem meus membros como mãos abertas... aqui a musica é tonta, como a agua que borbulha e fumaça sete vezes em torno de anjos negros e santos pervertidos... em mim há uma mascara de nervos.. que corroem meus neuronios aqueles que simplesmente pouco me restam agora.... com muitas faces e dentes, e olheiras de cera como bocas... por que o inferno é um tunel... é a sede da fome é uma pedra que sobe...
- Abandonado por -=£äyz¡ñh-ä=- às 18h34
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